O gás ozônio é o mais poderoso bactericida que se conhece atualmente porque age 3120 vezes mais rápido que o cloro, além de ser 20 vezes mais efetivo e 100 vezes mais solúvel em água. O O3 rompe rapidamente, por oxidação, as paredes celulares de bactérias, vírus e microorganismos existentes. Isso sem causar efeitos colaterais, prejudiciais aos seres vivos.

Já o cloro age com dificuldade e de maneira lenta nas paredes das células e a destruição dos microorganismos somente ocorrerá se sua dosagem e homogeneidade forem rigorosamente monitoradas. Não havendo o controle minucioso, a água poderá ficar com excesso de cloro, o que é prejudicial para a saúde e meio ambiente.

Infelizmente, principalmente no Brasil, ainda há quem não dê importância para a eficiência do ozônio como tratamento primário da água da piscina, porém foi provado que o cloro como tratamento primário reage com as matérias orgânicas em suspensão na água formando trihalometanos (THMs), ou seja, produtos que a EPA (Environmental Protection Agency – Agência Norte Americana de Proteção ao meio ambiente) provou serem mutagênicos, provocando diversos tipos de câncer que podem levar mais de 30 anos para serem dissipados no meio ambiente. O cloro como agente primário, desde 1995, está sendo banido dos Estados Unidos nas Estações Municipais de Tratamento de água potável por provocar diversos malefícios a pele e cabelos. Apesar de 7 em cada 10 Americanos beber água tratada com cloro, não há a certeza de que este seja um processo seguro a longo prazo.

Os geradores de ozônio no passado estavam associados a instalações grandes e caras. Graças a tecnologia moderna, é possível fabricar pequenos ozonizadores com alta produção do gás e custo competitivo. Um excelente retorno do investimento é atingido a médio e longo prazo com o ozônio, pois, os equipamentos são instalados uma única vez para funcionarem de forma contínua e automática, em condições pré-ajustadas, sem a necessidade de reposição de produtos. Já os meios químicos convencionais de tratamento implicam em periódicas compras, transporte, segurança e custo de armazenamento, sem incluir despesas com a pessoa especializada no manuseio e controle das reações químicas principais e secundárias (exemplo em piscinas; dosagem correta e uniforme do cloro com rigoroso controle do pH). Os produtos químicos estão cada vez mais caros e com muitas exigências devido a novas regulamentações ambientais.

 

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