Ozônio

HISTÓRICO

A palavra ozônio vem do grego “el cheiro” a qual é muito apropriada por possuir um cheiro característico e refrescante que nos lembra o odor do ar após uma tempestade elétrica.
Foi descoberto em 1785, pelo Holandês Van Marum, devido ao cheiro de uma máquina elétrica enquanto fazia experiências com arcos voltaicos em diferentes gases, como oxigênio e ar. Em 1840, Shönbein relatou a existência da molécula de ozônio. Em 1857, a Simens construiu o primeiro gerador ozônio.
Em 1892 Ohlmuller descobriu o poder desinfetante do ozônio, em ensaios realizados com Salmonella Typhirium, vibrio cholerae e Bacillus antracis.
A primeira instalação de tratamento de água com aplicação de ozônio foi construída em 1893, na cidade de Oudshoorn na Holanda. Logo depois em 1902, nas cidades de Paderbon e Weisbaden na Alemanha. Mais tarde em 1906 na cidade de Nice na França. Hoje em dia na França e no resto da Europa existem cerca de 2000 estações de tratamento de água potável em funcionamento e nos Estados Unidos, outras centenas de estações. A maior estação do mundo para água potável está localizada na cidade de Los Angeles, na Califórnia.
Devido ao alto poder oxidante do ozônio e ao fato de não produzir subprodutos tóxicos, suas aplicações são bastante amplas. No Brasil, o ozônio tem sido comercialmente explorado há mais de 15 anos, aplicado a princípio no tratamento de água mineral ou em hospitais. Devido a abertura das importações e o aprimoramento desta tecnologia nacionalmente, o mercado já tem apresentado grande aceitação.