Ozônio

OZÔNIO NA MEDICINA

O tratamento médico com ozônio medicinal foi introduzido no Brasil em 1975, pelo médico paulista Dr. Heinz Konrad, que utiliza o método com sucesso até os dias atuais, já tendo publicado diversos trabalhos científicos em nível mundial. O ozônio aumenta o oxigênio das células do organismo, facilita e estimula a circulação do sangue. Tem efeitos bactericida, fungicida e de inativação viral. Aumenta a saturação de oxigênio no sangue circulante e tem efeito antiinflamatório. É útil como coadjuvante no tratamento de algumas dores crônicas. A utilização do ozônio na medicina é denominada Ozonoterapia e deve ser acompanhada por especialistas da área. Dependendo da doença a ser tratada, a forma como se aplica o ozônio no paciente pode variar. Muitas são as vias e maneiras possíveis. Somente a inalação do ozônio é que deve sempre ser evitada. A terapia com o ozônio é praticamente isenta de efeitos colaterais indesejáveis, e há apenas algumas poucas situações em que ela não pode ser empregada. No entanto, além de requerer equipamento médico sofisticado, é preciso que se domine perfeitamente a técnica e que se tenha noção exata das quantidades e das concentrações de ozônio a serem utilizadas.